Tuesday, April 17, 2007

não, outra vez não. please. por favor.

fui falar com a psicóloga. enfim...uma consulta off the record. chorei bué. tipo, eu não me aguento e então fui ver se me ajudava a mim própria . ela acha k eu preciso de me dar mais valor. senão não me safo. hoje o dia foi uma merda. às tantas, antes da aula de português, enfio-me na casa de banho com o x-acto escondido na manga do casaco. nem queiram saber o que aconteceu depois. tudo o que eu tinha reconstruído ao longo destas 2 semanas foi para o lixo. tudinho. não resta nada. e eu estava tão feliz... a cena da psicóloga foi totalmente crazy. mesmo estranho. tipo, fui lá, e falei-lhe do problema. ela diz k o dt tá mto preocupado kmg. a chachada de sempre. o blábláblá do costume. não é k eu não acredite k o dt tá preocupado, mas (oh pah!) ir falar com a psicóloga? eu era pa falar com ela sozinha, plo meu próprio pé, na consulta k já está marcada. k chatice. odeio k puxem cordelinhos por mim. enfim...acho k a conversa foi produtiva. até à parte em que ela me perguntou se eu gostava de alguém. eh pah, eu respondi: 'sei lá se gosto ou não!'. não sei se foi a resposta certa. gostar gosto, e muito. agr não sou é correspondida, o k é o costume. como é k ele pode gostar de mim se eu própria me detesto? altamente improvável. além disso, ele é tão giro, inteligente, sexy, divertido, simpático e kido (= divertido, inteligente, querido - e de que maneira!-, giro e simpático -- só me interessam as letras a bold... ) k é totalmente improvável k goste de moi. e eu só quero é dizer k o adoro. se calhar é mta paranóia pó taste dele. e pó meu... unfortunatly, ele nunca mais falou comigo e eu sinto-me péssima. não durmo há dias. ou melhor, há semanas. plo menos dormir decentemente. não me consigo livrar de pensar no diogo. não dá mesmo. por mais que me esforçe, o gajo não me sai da cabeça. k nervos! ainda por cima, era tudo mto bonito, ele falava comigo (no MESSENGER - note-se k a palavra foi realçada de propósito...) e preocupava-se como o irmão que eu nunca tive, mas agora põe-me de lado e ignora-me como (quase) sempre fez. é de dar em doida. sinto tanto a falta dele... e tipo, knd ele falava comigo, o mundo girava mais devagar...tipo, o tempo (para mim, pk ele bazava em 5 min.) quase que parava. e eu sentia-me bem. deixava de ter medo. como se tivesse tudo escrito a lápis e o diogo tivesse uma espécie de borracha para apagar tudo. os meus medos, as minhas incertezas, a minha insegurança, o meu passado. e o presente. naquelas semanas sentia-me como se tivesse estado mesmo com o diogo - estava tão feliz... infelizmente, ele nunca mais falou comigo, mas naqueles dias eu sentia-me tão confiante e feliz, que parecia mesmo que tinha estado com ele - ou plo menos falado... quem me dera que fosse verdade. a psicóloga perguntou-me se ele me tinha magoado de alguma maneira, independentemente de sermos apenas amigos (aparentemente, apenas na minha cabeça). eu respondi que não, e que o diogo não tem nada a ver com nada disto. tirando o facto de nunca me ligar nenhuma, o que me magoa imenso, nunca teve nada a ver com isto. se eu o fiz, é porque não o consigo controlar. é mecânico e oficial - tornei-me um robot. só pode ser isso. não quero que a joana, o a marisa, ou o diogo saibam disto. não podem saber. senão depois fazem muito noise e vão contar ao dt. ainda estou para descobrir kem foi o idiota que foi contar ao dt desta merda toda. mas também isso não faz problema...

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